Chile |
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Com solo excelente, clima mediterrâneo e constante e beneficiado por seus acidentes naturais como a Cordilheira dos Andes, o Chile produz rótulos de ótima relação qualidade/preço. O país planta uvas e faz vinhos desde o século 16 e, atualmente, tem nas garrafas um de seus principais produtos - é o segundo maior produtor latino-americano. Cabernet Sauvignon, Carmenère, Merlot e Chardonnay, entre tantas outras uvas, entram na composição dos excelentes chilenos, produzidos em regiões como Casablanca, Maipo e Maule.
Argentina |
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Maior produtor e consumidor da América Latina, os vinhos argentinos cada vez mais conquistam o consumidor brasileiro. As principais vinícolas, agora modernizadas, elaboram vinhos elegantes, principalmente com a Malbec, a grande uva do país, em províncias como Mendoza, La Rioja e San Juan.
Portugal |
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O progresso dos vinhos de Portugal nos últimos anos foi impressionante. A modernização tecnológica, aliada às maravilhosas uvas da terra, colocou o país no mercado mundial, cuja relação qualidade-preço tornou seus rótulos atraentes. Terra dos vinhos do Porto, por causa deles foi o primeiro lugar no mundo a ter regiões demarcadas. Douro, Alentejo, Dão e Bairrada são algumas de suas regiões produtoras, e naturais do país também são os tradicionais Vinho Verde, Moscatel de Setúbal e Madeira.
Espanha |
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Penedés é a maior e mais importante área demarcada para produção de vinhos na Catalunha, a nordeste da Espanha, próxima a Barcelona. No século 19, foi uma das primeiras regiões da Espanha a produzir vinhos em grande quantidade. A produção concentra-se no vale chamado Médio Penedés. Região de grande produção, fabrica a maior parte dos vinhos espumantes a base das uvas Macabeo (Viúra), Xarel-lo e Parellada.
França |
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País mais respeitado pelos vinhos que faz, a França é responsável pela produção do maior número de vinhos de primeira classe. Das regiões de Bordeaux, Borgonha e Champagne saem seus rótulos mais famosos, e as uvas francesas foram exportadas para os solos do mundo todo. Seus sistemas de classificação, as apellations, define o tipo e é a chave para o vinho francês, ou seja, a primeira informação que se deve procurar no rótulo.
Itália |
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Um dos grandes países do vinho, a Itália produz uma incrível diversidade de tipos da bebida. Tintos encorpados, brancos frescos e espumantes de categoria, produzidos em regiões como Toscana (dos famosos Chianti), Friuli ou Piemonte, entre outras, conquistam gourmets do mundo inteiro. De lá saem os interessantes Barolo, Barbaresco, Prosecco, Valpolicella, Lambrusco, os popularíssimos Frascati...
África do Sul |
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Desde o fim do governo do apartheid em 1991 a África do Sul tem despertado interesse do mercado vinícola internacional. Durante décadas seus winemakers ficaram alheios aos acontecimentos e aos avanços da indústria vinícola mas hoje devido ao grande avanço deste setor, nas duas última décadas, este cenário mudou. Hoje os vinhos sul-africanos já competem a altura em concursos internacionais o que faz com que seja um dos países mais representativos dos vinhos do Novo Mundo.
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